A Clavis foi destaque no TI Inside, portal especializado em tecnologia e negócios, em uma reportagem sobre o avanço das ameaças digitais impulsionadas pela inteligência artificial e os desafios enfrentados pelas organizações para proteger seus ambientes corporativos.
Publicada em 15 de outubro de 2026, durante o Mês da Conscientização em Cibersegurança, a matéria apresenta dados sobre incidentes envolvendo deepfakes e analisa como a tecnologia está ampliando a capacidade dos criminosos de executar fraudes e explorar vulnerabilidades.
Para contribuir com a discussão, Victor Santos, CEO da Clavis, compartilhou sua visão sobre os riscos associados à automação de ataques e a importância de identificar e priorizar as exposições que representam maiores ameaças para as empresas.
Inteligência artificial amplia os desafios da cibersegurança
A reportagem destaca um levantamento da Gartner, segundo o qual 41% dos líderes de segurança consultados relataram ao menos um incidente envolvendo deepfakes em chamadas de áudio nos 12 meses anteriores à pesquisa. Em chamadas de vídeo, o percentual foi de 36%.
Além da manipulação de conteúdos audiovisuais, a matéria aborda como a inteligência artificial pode potencializar ameaças já conhecidas, como phishing, roubo de credenciais e outras tentativas de fraude.
Nesse contexto, Victor Santos ressalta que os criminosos não direcionam suas ações exclusivamente a setores específicos, mas procuram oportunidades de exploração. Com o apoio da automação e da inteligência artificial, torna-se possível identificar organizações vulneráveis em maior escala.
A análise do executivo reforça a importância de compreender a exposição de cada ambiente corporativo e direcionar os esforços de proteção aos riscos mais relevantes.
CEO da Clavis destaca a importância da priorização de riscos
Durante sua participação, Victor também apresentou orientações para fortalecer a postura de segurança das organizações, começando pelo mapeamento dos ativos expostos na internet e pela identificação das vulnerabilidades que representam maior risco para o negócio.
A reportagem aborda ainda a necessidade de reforçar controles de acesso, preparar equipes para reconhecer tentativas de engenharia social e estabelecer diretrizes para o compartilhamento de informações em ferramentas de IA.
A contribuição da Clavis reforça a importância de combinar visibilidade, priorização de riscos e conscientização para enfrentar um cenário de ameaças cada vez mais dinâmico.
Quer ver a análise completa de Victor Santos e entender os riscos associados ao uso da inteligência artificial em ataques digitais?





